As alegrias e as tristezas de cada um deveriam possuir posologia específica, ou seja, poderiam, de bom alvitre, invadir a alma em dosagens equivalentes ao que se consegue ingerir e na medida exata do que se quer sentir.
Porém, no cotidiano não existe porção generalizada para engolir o bom e o ruim. Vem cada emoção com sua própria vontade e risco na quantidade que bem lhe apraz e, simplesmente, se instala de mala e cuia na alma da gente.