Agora é o momento, nem antes ou depois, de usar os teus talentos. E não me venhas com a assertiva de que teus talentos inexistem. Todos têm talentos, dons, habilidades em campos diferentes e em graus diversos.
O truque é fazer o melhor possível de cada um deles e desenvolvê-los sem restrições, sem medos, sem falsa modéstia.
Como escreveu Patrick Lindsay: ”Alguns talentos vêm naturalmente. Outros chegam através de árduo trabalho. Mas ter talento é só o começo. Usar o talento para preencher o potencial é o mais difícil e o mais admirável.”
29 maio 2011
22 maio 2011
ESTILO (V)
A cidade brilhava, vista da janela do quarto de hotel. Ali, o sol dava a impressão falsa de que o frio não estava tão intenso.
O programa planejado para o dia era a ida a um Shopping Center na vizinha cidade de New Jersey.
A estação de ônibus se situa bem próximo ao Times Square e em frente da sede do jornal New York Times.
Viagem agradabilíssima no confortável e aquecido ônibus repleto de turistas, acrescida da paisagem pincelada por raios de sol, desenhando silhuetas nas árvores despidas e enfeitando as casas à beira da estrada.
14 maio 2011
ESTILO (IV)
Havia um clima de admiração ao redor do marco que assinala a homenagem do povo de Nova Iorque ao ídolo John Lennon. Um círculo desenhado com pedrinhas em branco e preto, com a palavra IMAGINE, emociona. Emociona porque, sem querer, se canta baixinho a letra que traduz o sonho de paz do artista.
O sol brilhava, mas o frio era cortante. Fotos e mais fotos tiradas só com as pontas dos dedos a mostra. As luvas assim permitiam porque era possível desabotoar as extremidades. UFA! Que difícil!
Atravessamos a rua para ver a entrada do Edifício Dakota. Frente ao grande portão do condomínio de luxo, poucos metros dali, caiu John Lennon, fulminado por um assassino. Triste. Muito triste.
A decisão era caminhar. E “pernas pra que te quero” lá fomos nós, misturadas ao trânsito de carros e pedestres, aproveitar o panorama das ruas e avenidas.
O sol brilhava, mas o frio era cortante. Fotos e mais fotos tiradas só com as pontas dos dedos a mostra. As luvas assim permitiam porque era possível desabotoar as extremidades. UFA! Que difícil!
Atravessamos a rua para ver a entrada do Edifício Dakota. Frente ao grande portão do condomínio de luxo, poucos metros dali, caiu John Lennon, fulminado por um assassino. Triste. Muito triste.
A decisão era caminhar. E “pernas pra que te quero” lá fomos nós, misturadas ao trânsito de carros e pedestres, aproveitar o panorama das ruas e avenidas.
07 maio 2011
ESTILO (III)
Amanheceu com temperatura abaixo de zero, mas, valentes gaúchas não se intimidam com frio. Prontas para mais um dia de aventuras, saímos do hotel, parecendo mais duas ursas polares de tão agasalhadas que estávamos. Fazer o que? Impossível resistir aos encantos da cidade que nunca dorme e ademais, com pouco tempo para desvendá-la. (Aqui cabe um conselho: se for a New York, reserve 7 dias de estadia, no mínimo).
Primeira meta do dia: Estátua da Liberdade. Na porta do hotel, em minutos, embarcamos num táxi. Fotografando, é claro, todo o trajeto até o Battery Park, de onde saem as barcas para a Ellis Island.
Até aí, tudo bem.
Animadíssimas, fomos até a beira do rio Hudson para visualizar a paisagem e calcular a distância até a Estátua da Lberdade. O vento estava forte demais e, consequentemente, nos tirou todo o ímpeto de embarcar rumo à visitação a um dos símbolos marcantes da cidade.
Primeira meta do dia: Estátua da Liberdade. Na porta do hotel, em minutos, embarcamos num táxi. Fotografando, é claro, todo o trajeto até o Battery Park, de onde saem as barcas para a Ellis Island.
Até aí, tudo bem.
Animadíssimas, fomos até a beira do rio Hudson para visualizar a paisagem e calcular a distância até a Estátua da Lberdade. O vento estava forte demais e, consequentemente, nos tirou todo o ímpeto de embarcar rumo à visitação a um dos símbolos marcantes da cidade.
02 maio 2011
TRISTE
Estou triste. Numa tristeza silenciosa e dolorosamente sentida. Há muito tempo estou triste. Triste mesmo. Chega a ser uma tristeza que mói a alma.
Do outro lado do espelho, sem enfeites ou maquiagem, começo a ver os estragos.
Afinal, os desencantos foram tantos que desfiguraram minha face. Uma boa dose de ingratidão esculpiu marcas e cicatrizes.
O que fazer, a não ser, chorar? Absurdamente solitária, as lágrimas se tornam companhia.
Como diz a canção: "Deixa em paz meu coração. Ele é um pote até aqui de mágoa e qualquer desatenção, faça não. Pode ser a gota d'água!"
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