sexta-feira, 10 de agosto de 2007
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Acordei cedo e as palavras já estavam andando pelo quarto, perturbando o sossego da manhã nascente. Alguém deve ter deixado a torneira do tempo aberta e elas transbordavam, inundando o meu silêncio. A algazarra era imensa, derrubavam objetos, abriam e fechavam as janelas, rodopiavam em torno da minha cabeça como borboletas matutinas e teciam uma rede para guardar minhas divagações.
1 comentários:
Maria ALice - Curto a arte que vem das frinchas de tua alma! Tudo aqui é majestoso! Lindo! Um destaque para MANUELLA, que é um encanto e que mostra as mãozinhas já com um destino a cumprir... Torço seja a palavra e seu fascínio que a arrebate pelas veredas da vida! Parabéns! Mil beijos desde aqui de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.
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