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22 maio 2011
ESTILO (V)
A cidade brilhava, vista da janela do quarto de hotel. Ali, o sol dava a impressão falsa de que o frio não estava tão intenso.
O programa planejado para o dia era a ida a um Shopping Center na vizinha cidade de New Jersey.
A estação de ônibus se situa bem próximo ao Times Square e em frente da sede do jornal New York Times.
Viagem agradabilíssima no confortável e aquecido ônibus repleto de turistas, acrescida da paisagem pincelada por raios de sol, desenhando silhuetas nas árvores despidas e enfeitando as casas à beira da estrada.
14 maio 2011
ESTILO (IV)
Havia um clima de admiração ao redor do marco que assinala a homenagem do povo de Nova Iorque ao ídolo John Lennon. Um círculo desenhado com pedrinhas em branco e preto, com a palavra IMAGINE, emociona. Emociona porque, sem querer, se canta baixinho a letra que traduz o sonho de paz do artista.
O sol brilhava, mas o frio era cortante. Fotos e mais fotos tiradas só com as pontas dos dedos a mostra. As luvas assim permitiam porque era possível desabotoar as extremidades. UFA! Que difícil!
Atravessamos a rua para ver a entrada do Edifício Dakota. Frente ao grande portão do condomínio de luxo, poucos metros dali, caiu John Lennon, fulminado por um assassino. Triste. Muito triste.
A decisão era caminhar. E “pernas pra que te quero” lá fomos nós, misturadas ao trânsito de carros e pedestres, aproveitar o panorama das ruas e avenidas.
O sol brilhava, mas o frio era cortante. Fotos e mais fotos tiradas só com as pontas dos dedos a mostra. As luvas assim permitiam porque era possível desabotoar as extremidades. UFA! Que difícil!
Atravessamos a rua para ver a entrada do Edifício Dakota. Frente ao grande portão do condomínio de luxo, poucos metros dali, caiu John Lennon, fulminado por um assassino. Triste. Muito triste.
A decisão era caminhar. E “pernas pra que te quero” lá fomos nós, misturadas ao trânsito de carros e pedestres, aproveitar o panorama das ruas e avenidas.
07 maio 2011
ESTILO (III)
Amanheceu com temperatura abaixo de zero, mas, valentes gaúchas não se intimidam com frio. Prontas para mais um dia de aventuras, saímos do hotel, parecendo mais duas ursas polares de tão agasalhadas que estávamos. Fazer o que? Impossível resistir aos encantos da cidade que nunca dorme e ademais, com pouco tempo para desvendá-la. (Aqui cabe um conselho: se for a New York, reserve 7 dias de estadia, no mínimo).
Primeira meta do dia: Estátua da Liberdade. Na porta do hotel, em minutos, embarcamos num táxi. Fotografando, é claro, todo o trajeto até o Battery Park, de onde saem as barcas para a Ellis Island.
Até aí, tudo bem.
Animadíssimas, fomos até a beira do rio Hudson para visualizar a paisagem e calcular a distância até a Estátua da Lberdade. O vento estava forte demais e, consequentemente, nos tirou todo o ímpeto de embarcar rumo à visitação a um dos símbolos marcantes da cidade.
Primeira meta do dia: Estátua da Liberdade. Na porta do hotel, em minutos, embarcamos num táxi. Fotografando, é claro, todo o trajeto até o Battery Park, de onde saem as barcas para a Ellis Island.
Até aí, tudo bem.
Animadíssimas, fomos até a beira do rio Hudson para visualizar a paisagem e calcular a distância até a Estátua da Lberdade. O vento estava forte demais e, consequentemente, nos tirou todo o ímpeto de embarcar rumo à visitação a um dos símbolos marcantes da cidade.
24 abril 2011
ESTILO (II)
Depois de três quarteirões, caminhando pela Madison Avenida, entre as ruas 50 e 51, em frente ao Rockefeller Center, chegamos na Catedral de Saint Patrick, que é a igreja mais famosa e uma das mais visitadas em Nova York, graças a sua localização, arquitetura, beleza e charme turístico.
Para nós, a visita tinha um toque mais do que especial. A emoção de entrar no templo, onde em várias passagens de Ano Novo, nosso pai assistiu a missas e rezou por suas filhas, foi visível através das mansas lágrimas. Ajoelhadas, agradecemos a chance daquela proximidade com o Amor que vence tempo e distância.
Falando em tempo, tínhamos que aproveitar cada minuto e nos pusemos rapidamente no rumo da próxima parada: o Central Park.
17 abril 2011
ESTILO (I)
Sobrevoando a cidade, antes da aterrissagem no imenso aeroporto, foi possível ver o colorido da metrópole encantadora às margens do rio Hudson. E eu tive a nítida impressão de ouvir Frank Sinatra cantando ao meu ouvido:- “I wanna be a part of it/ New York, New York”... (Eu quero ser parte disso, Nova York, Nova York)
Afora o trânsito congestionado e a longa distância entre o aeroporto e o hotel na Avenida das Américas, tudo o mais era a agradável descoberta de uma silhueta só vista em filmes. Naqueles momentos, através da janela do táxi, eu me encontrava com um dos meus sonhos. Estava descortinando todos os detalhes dos prédios, das casas, das árvores desfolhadas, do jeito nova-iorquino de dirigir entre buzinas, manobras rápidas e freadas.
No trajeto, o sol estava se pondo no horizonte, dando um tom dourado à paisagem. E, de repente, estávamos em Manhattan com suas luzes se acendendo, enquanto a noite chegava.
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